
Se eu fosse chuva, em dias de Inverno, escorregaria pelo azul do céu e viria cair num campo de flores meio acastanhadas.
Chuva! Ah, se eu fosse chuva, quando estivesse deitado na minha mãe nuvem, com o meu corpo azulado, pintaria um quadro às pintinhas, às riscas e aos traços, e daí sairia uma obra de arte.
Nas casas da minha aldeia, bato nas janelas da vizinhança para saber se posso entrar.
Em todo o lado sou bem-vinda, oferecem-me desde um chá a um bolo, desde uma refeição a um suicídio da sede. Sou sempre bem-vinda.
Os cães e os gatos, as girafas e os elefantes, os lagartos e as doninhas, todos me provam.
Eu sou um bem vital!
Gabriel Santos - 5.º C
n sabe nem fala idiota
ResponderEliminarvai da o toba q c ganha + otario
isso falo tudo q tinha q fala parabens!!!
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