Bem vindos ao blogue de leituras dos alunos do 5º e 6º ano!
Estamos aler+ em Almodôvar...
Este blog, onde os alunos e professores do 2º ciclo colocarão textos e imagens sobre leituras feitas, é prova disso!

sexta-feira, 18 de março de 2011

Férias no Hawai

Era uma vez uma menina chamada Denize. Loira, de olhos azuis

Numa bela manhã de Verão, a Denize escutou a mãe a falar, a encomendar dois bilhetes de avião. Estranhou, mas como estava cheia de fome, não deu importância.

À hora do almoço, quando ela ia lavar as mãos, reparou que estava um envelope branco com um selo azul em cima do móvel do hall. Com pés de lã, a Denize foi ver o que era. Antes de abrir, estava lá uma coisa que lhe chamou a atenção. A carta era do aeroporto de Lisboa.

Quando ela ia abrir a carta, ouviu o ruído dos saltos altos da mãe.

Correu para o quarto a tremer, a única coisa que lhe veio à cabeça, era que a mãe dela iria trabalhar para fora, sem ela.

Começou a chorar, quando a mãe a chamou para almoçar. Limpou as lágrimas e foi para a mesa a soluçar.

A mãe da Denize perguntou-lhe o que se passava, a Denize não lhe respondia… Isso durou três dias.

Uma noite, ao jantar, a mãe contou-lhe que iam passar cinco dias de férias.

A Denize ficou de boca aberta, ao saber e, logo a seguir, perguntou onde é que iam passar férias.

A mãe da Denize disse-lhe que iam passar férias ao Hawai…

A Denize foi logo fazer as malas… Passados dois dias, foram bem cedo para o aeroporto.

Quando o avião levantou voo, ela nem acreditava no que estava a acontecer…

Mais tarde aterraram, era já noite, foram para uma casinha alugada, perto da praia e do maior parque de diversões.

Nos primeiros dois dias estavam eufóricas. A jovem ainda não acreditava que ia ao parque maior do mundo.

A Denize andou em tudo o que era para a sua idade.

No terceiro dia de manhã, foram para a praia nadar e bronzearem-se bastante. À tarde foram andar de barco e de canoa.

No quarto dia foram, escalaram montanhas e viram museus.

No quinto dia estavam cansadas dos longos percursos, mas ainda foram à praia passear à beira-mar e apanhar conchas, para guardaram como lembrança daqueles maravilhosos dias.

À tarde fizeram as malas e regressaram a casa, de barco.

Durante a viagem, a Denize confessou à mãe que tinham sido os dias melhores da vida dela…

Elisa - 6.º D

sexta-feira, 11 de março de 2011

O menino na lua

Era uma vez um menino que desde de pequenino que sonhava ir à Lua e ser astronauta. Foi crescendo e o seu sonho foi continuando consigo.
Um dia recebeu pelo correio um convite para uma viagem à lua. Este, não hesitou, e pediu logo aos seus pais, e estes deixaram.
Uma semana depois o menino estava a mil metros de pisar a lua. Quando António (menino) chegou foi logo aventurar-se.
A meio do caminho viu um bicho muito estranho. Foi atrás dele. Quando o E.T (bicho estranho) entrou dentro de uma gruta, António hesitou, mas acabou por entrar.
A gruta era fria e sombria, havia muitos morcegos e aranhas. António continuou a seguir o E.T. até um ponto em que haviam milhares deles a fabricar ouro, prata, alguns eram escravos de um rei.
O Rei Artur era o mais velho de todas aquelas estranhas criaturas.
António apaixonou-se por tudo na lua, e resolveu lá ficar para o resto da sua vida.

Alexandra

O cão e o gato

Era uma vez um cão chamado “ Harry ”.
Harry é um cão azul, muito diferente dos cães comuns e normais.
O Harry é gozado pelos outros cães. Os outros cães são bonitos com pelos brilhantes e ele é azul.
Um dia deu por si a passear no parque, quando viu um gato vermelho foi logo ter com ele e perguntou-lhe porque ele era vermelho. O gato replicou:
- Então e tu porque és azul?
- Ambos se questionaram e responderam não saber.
Por estranho que pareça dão se melhor do que os cães e gatos comuns.
E assim ficaram amigos, e nunca mais se sentiram sós.
Bernardo Delgado

A nova vida de Juliana

Juliana é uma menina de sete anos com cabelos louros, olhos castanhos, cuja vida a tramou. Ela vivia no Alentejo rodeada da sua família e das suas amiguinhas.
Certo dia ao jantar, quando menos esperava, reparou que os seus pais estavam um pouco esquisitos. Ela perguntou o que se passava, e eles na altura disseram que estava tudo bem, mas ela já os conhecia. Perguntou novamente o que se passava, e eles então tiveram de lhe dizer a verdade. Sua mãe tinha uma oferta de emprego para Lisboa, ela a partir daquele momento, sentiu-se sozinha. Pensou, e agora, em Lisboa, será tudo tão diferente!
Juliana levantou-se da mesa e foi para o quarto. Os seus pais preocupados com a filha foram ao pé dela para conversar. Explicaram-lhe que a mãe precisava daquele emprego, pois não havia muito dinheiro para continuar no Alentejo.
Juliana como menina inteligente que é, percebeu e disse, que não se importava de ir para Lisboa, mas lá no fundo sentia-se angustiada por deixar todos aqueles que conhecia desde pequenina.
Passados três dias, organizaram uma festa de despedida. Depois de tanto festejar foi a hora de partir, rumo de uma vida melhor.
Ao fim de quatro horas de viagem chegaram à sua nova casa. Juliana ficou encantada, pois não era o que imaginava.
Ao lado da sua nova casa viviam duas irmãs, da mesma idade de Juliana, que quiseram logo conhecê-la e pedir-lhe para brincar.
Apesar das saudades do Alentejo, aos poucos, começou a sentir-se em casa, e a gostar da nova vida, que estava agora a começar.

Fabiana Balbina